Um esqueleto cantando a canção da morte
Olhando para o passado.
Lembrei-me da dança da morte que dividimos sobre as estrelas da tristeza.
Por um momento colei meu corpo no teu e tive tudo.
Bebi teu sangue...
E o meu mundo caiu.
Fragmentos de uma alma louca pairaram no ar.
Onde está o meu lado que pode amar.
Apodreceu de tanto sofrer.
Apodreceu até a morte.
Na cidade nua, fria, silenciosa.
Ouço vozes insanas que me dizem.
Ame o garoto que segura a faca.
Ele te mostrará o outro lado do amor.
Aquele que fere e sangra,
Que corrompe a alma,
Dilacera e arranca a pele da alma,
Ele te lançará na escuridão perpétua,
Onde habitam criaturas que não sabem amar.
E neste fim medonho de angústias infinitas eu poderia ter perdido toda esta dor, mas eu teria que ter perdido a dança...

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