Algo medonho
Assassinei a tua presença de meus pensamentos.
Pois a sentia forte como a lava de um vulcão.
E no sofrer que me encontro agora.
Vejo-te como uma névoa macabra a sangrar.
Vejo-te sorrir para outras faces.
E esta perseguição aterradora de tua presença em meu ser me faz chorar.
A tua presença constante...
A tua presença ausente...
A tua presença serenizada...
Esta maldita presença que feriu meu ego e cortou a veia que me conduzia a vida.
E agora estou a sangrar e a morrer.
Arrastando comigo uma fúria maligna de desprezo.
No infinito de um amor manchado de sangue negro.
Vejo-te morrer em mim.
Levando consigo parte do meu eu que adoeceu e apodreceu de tanto te amar.

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